As semelhanças entre o psicopata e o psicótico englobam o fato de se tratarem de pessoas frias, manipuladoras, egocentricas e com um profundo desprezo pelos sentimentos. No entanto, existem diferenças entre ambos. Vejamos alguns exemplos da ficção.
Na minissérie brasileira "Noivas de Copacabana", o ator Miguel Fallabella interpretava um serial-killer que seduzia mulheres de diferentes classes sociais que tinham em comum o fato de anunciar a venda de um vestido de noiva. Para atingir os seu fins, ele seduzia as mulheres, usando uma identidade falsa, de seguida atraía-as e pedia que vestissem o vestido, acabando por as estrangular. Todos os crimes tinham um ritual comum, e a fantasia associada a esse mesmo ritual.
Na telenovela "Laços de Sangue", a atriz Joana Santos intrepretava a pérfida Diana, uma jovem que procurava a todo o custo vingar-se da irmã e ficar com tudo o que fosse desta, capaz de tudo para atingir os seus objetivos e eliminar quem se atravessasse no seu caminho. A diferença entre estes personagens esta no fato de no primeiro exemplo tratar-se de um psicopata e de no segundo exemplo tratar-se de uma psicótica.
Qual é a diferença entre um psicopata e um psicótico?
O psicótico tem um objetivo definido e procura atingir esse objetivo a qualquer custo, enquanto que o psicopata tem uma fantasia e age de acordo com o mesmo ritual.
Na realidade, a personalidade de um psicopata torna-se difícil de decifrar, uma vez que estes são, por norma, pessoas com níveis de inteligência acima da média, meticulosas e ágeis.
Outra das características do psicopata está no seu lado perverso oculto. Geralmente, os psicopatas são pessoas que aparentam ser bastante calmas, simpáticas, educadas, que estão acima de quaisquer suspeitas.
O senso comum dá-nos muitas vezes a ideia que um psicopata é um louco, demente, sem plena noção das suas ações, o que está completamente errado. Um psicopata, pelo contrário, tem plena consciência dos seus atos, e considera o seu comportamento correto.
Ao contrário do psicopata, o psicótico começa a revelar-se aos poucos. Neste caso, temos o exemplo de Adolph Hitler e a sua obsessão em criar o que considerava ser uma "Raça Pura", não hesitando em mandar matar milhares de inocentes.
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